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Os piores conselhos para quem vai falar em público

O mundo virtual pode ser tanto maravilhoso quanto catastrófico. Isso porque os piores conselhos que um orador poderia receber andam circulando por aí. Ao pesquisar sobre comunicação e oratória, prefira sites de confiança e credibilidade, para não cair em uma cilada, praticando gafes nas suas apresentações.

O mundo virtual pode ser tanto maravilhoso quanto catastrófico. Isso porque os piores conselhos que um orador poderia receber andam circulando por aí. Ao pesquisar sobre comunicação e oratória, prefira sites de confiança e credibilidade, para não cair em uma cilada, praticando gafes nas suas apresentações. Portanto, para que você não siga dicas falsas sobre sucesso ao falar em público, vamos revelar aqui alguns mitos e o que é válido para você colocar em prática.

Para começar o assunto, trazemos o conceito de mito: o termo veio do grego mythós e tinha como significado: discurso, palavra, coisa dita, mensagem, conto, história, narrativa, ficção, fábula, imaginário.

 

Assim, hoje em dia, temos que:

 

1) a transmissão do que conhecemos por mitos urbanos dá-se de forma infinitamente mais veloz; e

2) o que se propaga, muitas vezes, são falsas informações e péssimos conselhos que podem acabar prejudicando todos os seus esforços.

 

Bem, muita gente tem medo de falar em público – 90% da população, para sermos mais exatos. Se esse também é o seu caso, não se preocupe. Quando temos alguma dificuldade, como a de falar em público, por exemplo, a tendência atual é procurarmos ajuda. E hoje, a opção rápida e prática é usar a ferramenta mais conhecida do planeta: o Google! Provavelmente foi por esse caminho que você chegou até aqui. Partiremos agora para a desmistificação dos piores conselhos que andam circulando por aí a respeito da oratória.

 

Os piores conselhos: o que é mito e o que é verdade?

 

1 – Se estiver inseguro, Imagine que todas as pessoas têm cabeça de repolho ou que estão sem roupa quando estiver diante do público

 

É MITO!

 

Sim, isso é sério. Há quem propague essa prática como algo infalível no sentido de garantir a segurança do orador, que, portanto, estando em frente a cabeças de repolho ou pessoas nuas, poderia sentir-se como… o rei da cocada preta? Vai saber!?

Enfim, o que faz desse um dos piores conselhos para quem deseja evoluir na arte da oratória é a falta de respeito e consideração com seus ouvintes.

Partir do princípio de que você é superior (já que a plateia está formada por vegetais ou por algum grupo naturalista) de-fi-ni-ti-va-men-te não será um bom caminho! O ideal é você se preparar, conhecer o público que está assistindo e considerar cada pessoa à sua frente sem tremer na base. Lembre-se de que eles não são mais nem menos do que você. Tenha senso de igualdade. Isso sim, traz segurança.

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2 – Aumente o tom de voz para garantir a sua liderança

 

É MITO!

 

E está muito longe de ser uma prática excepcional na hora de falar em público.

Se você está em busca de adquirir um total domínio sobre as técnicas de oratória para encantar o seu público, saiba que aumentar o tom da voz é um dos piores conselhos que você pode receber (e seguir!).

Que público se encanta em alguém que demonstra falta de autocontrole e de sensibilidade? Lembre-se de que a nossa voz é o instrumento principal nessa empreitada. Assim, veja bons conselhos amigos:

 

  1. a) se prepare para lidar com as emoções e busque modular sua voz para dar ênfase às palavras mais importantes;
  2. b) procure falar com energia e vigor, sem se exceder, claro;
  3. c) transmita seu entusiasmo durante uma conversa. Se você não está animado, reflita sobre o valor do que está fazendo para sua vida;

 

3 – Livre-se do bilhetinho com os tópicos da apresentação

 

É VERDADE!

 

É comum e bem assertiva a prática de elaborar um rascunho com um esquema para sintetizar os tópicos daquilo que será falado. Até aqui, não há problema algum nisso, certo?

Ocorre que muitas pessoas, com seus medos e/ou dificuldades de falar em público, não largam o tal do papel, esquecendo-se de que, antes de tudo, a comunicação oral é… oral, ora essa! E isso vale para aqueles slides que mais parecem o capítulo de um livro copiado e colado no PowerPoint da apresentação (você já deve ter vivido isso!).

Então, prepare-se treinando a sua fala (já demos dicas de como fazer isso em outros posts aqui!) até conseguir desenvolver o raciocínio sem precisar ficar lendo no papel. Use o slide como suporte, apenas com palavras-chave. Se o discurso estiver montado, com palavras selecionadas, treine muito, para que a “cola” seja apenas uma saída em caso de emergência, como dar um “branco” na mente – o que dificilmente vai acontecer se você tiver treinado e feito exercícios de relaxamento, antes do grande momento.

 

4 – Comece sempre quebrando o gelo

 

É MITO!

Conhecemos bem o nervosismo que dá naqueles primeiros cinco minutos! Mas queremos que você pense o seguinte: as pessoas, que estão ali para ouvir você, estão frias. Como assim? Elas vieram de locais diversos, provavelmente estão com os pensamentos focados fora do tema da palestra.

Agora, imagine a cena: você entra meio sem graça, solta uma piadinha e ninguém ri. É claro que este é um dos piores conselhos que você poderia receber, já que isso pode ser um verdadeiro tiro no pé!

Primeiramente identifique o seu perfil. Se você nunca foi o mestre do humor, não vá estrear o comediante logo no início de uma apresentação para a qual você está inseguro. Antes de optar por isso, prepare o terreno, conquiste a atenção do povo, enfatizando, logo de início, o que de mais importante você estará apresentando para eles. Você sentirá a hora certa de poder falar algo engraçado para que, então, isso funcione de fato como uma ferramenta comunicacional, ok?

 

5 – Cuide da sua linguagem corporal, mesmo não sendo um ator

 

É VERDADE!

 

Você já reparou como fica a sua expressão corporal quando você está nervoso, tenso ou ansioso, ou tudo isso junto? E como você fica quando vai contar aquela novidade que tanto esperava para o seu grupo de amigos ou parentes mais chegados?

Agora, imagine-se com esta e com aquela expressão corporal diante do seu público ouvinte.

No primeiro exemplo, teríamos um orador com as mãos nos bolsos, ou quem sabe de braços cruzados, fechado, quase que entrando em si. No segundo caso, teríamos alguém que se expressa como quem participa com entusiasmo de uma conversa (como explicamos ali no item dois!).

Não estamos dizendo aqui que existe uma linguagem corporal como regra a ser adotada. Se fosse assim, gravaríamos um vídeo com uma coreografia, intitulado Passo a passo da movimentação ao palestrar. Que tal?

Não é nada disso! Você deve se conhecer muito bem e estar atento à sua forma de expressão corporal para não correr o risco de, por exemplo, tirar a atenção do público com movimentos repetitivos de braços ou com tiques nervosos e involuntários com alguma parte do corpo, por exemplo.

Nesse sentido, é preciso daquilo que chamamos de lapidação. Gravar-se e assistir é fundamental para isso. Uma câmera ligada intimida tanto quanto um público ao vivo. A diferença é que você pode gravar, assistir e deletar quantas vezes quiser.

 

6 – Caminhe pelo palco (ou onde for) para relaxar enquanto fala

 

É UM POUCO MITO E UM POUCO VERDADE.

 

É que, nesse quesito, quando a gente tem como referência Steve Jobs, que adorava passear enquanto palestrava, fica difícil dizer: gente, isso é mito! Afinal, dava certo com ele.

Só que, no caso, o orador em questão tinha um estilo particular, forte e vibrante, muito bem trabalhado no seu processo de preparação. O público já estava hipnotizado para prestar atenção no detalhe das andanças.

A verdade é que caminhar demais pode, sim, tirar o foco do tema e direcionar o público para o seu movimento corporal ou deixá-lo tonto, com o zigue-zague. Além disso, caminhar não é garantia alguma de que você está relaxado.

Então, seria bom haver naturalidade no movimento. Use para aqueles momentos que merecem mais   a atenção das pessoas, melhorando a audiência.

 

7 – Compre uma roupa diferente para o dia da apresentação, como um novo personagem.

 

É MITO!

 

A não ser que você esteja pensando em apresentar uma performance teatral, comprar uma roupa diferente do seu estilo não é garantia de confiança que você precisa para ter sucesso na apresentação. As roupas, quando não o representam, podem tirar seu foco, além de tirar a atenção de seus ouvintes.

É preciso sentir-se confortável na ocasião, mas roupa nova e diferente do seu habitual não é, necessariamente, sinônimo de conforto. Pensemos no calçado: o ideal é usar aquele sapato que você ama de tão macio, pois arriscar colocar um nunca usado antes pode apertar ou machucar, refletindo no seu desconforto.

Da mesma forma, seja você, sinta-se livre e escolha aquela roupa que você gosta de usar, equilibrando com a formalidade do tema a ser abordado na apresentação.

Para encerrar, lembre-se de ter cuidado com as suas referências e não acreditar em tudo o que ler por aí. Falar em público é coisa séria, demanda trabalho e cuidados diversos com vários detalhes, como os que abordamos aqui. Então, busque dicas em sites de referência profissional e, se quiser ir além e se destacar, conte com ajuda de especialistas em comunicação.

 

Vai falar em público, fazer uma entrevista ou apresentar seu TCC?

Gostaríamos muito de auxiliá-lo a encontrar o melhor da sua comunicação. Contate-nos!

 

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piores conselhos

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